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terça-feira, 24 de março de 2009

POSSÍVEIS RELAÇÕES ENTRE OS INDICATIVOS DE ESTRESSE GERAL/ ESTRESSE LABORAL E OS ÍNDICES DE FLUXO E ACIDEZ SALIVAR – PH, NOS FUNCIONÁRIOS DE UMA EMPRESA DE PRODUTOS ELETRÔNICOS.

Renata Azeredo Lopes

Resumo
O estresse laboral tem sido amplamente estudado por tratar-se de um estado de desgaste anormal do organismo frente às necessidades de adaptação ao processo produtivo. Estar sob estresse quer dizer "estar sob pressão" ou "estar sob a ação de estímulo insistente". O assunto é muito discutido atualmente em decorrência das suas conseqüências negativas na vida diária das pessoas, tais como cansaço, irritabilidade, labilidade emocional, depressão, asma, doenças cardíacas, gastrintestinais e auto-imunes, entre outras. A saliva desempenha um papel fundamental na busca da homeostase orgânica por ser um dos mais complexos, versáteis e importantes fluídos do corpo. Este estudo relaciona estresse geral, estresse laboral, volume salivar e índice de acidez salivar (pH) e justifica-se por procurar colaborar com a prevenção e a promoção da saúde do trabalhador como um todo, dando importância à prevenção de doenças buco-maxilo-faciais e outras de caráter sistêmico, visando qualidade de vida aos trabalhadores submetidos a fatores estressantes.
Foi encontrado um alto índice de estresse (42,86%) diagnosticável na amostra e fatores sugestivos de estresse laboral, bem como reduzido fluxo salivar em 57,14% da amostra e uma variação média de pH salivar de 6,99 para os sujeitos com estresse diagnosticável e 7,21 para os sujeitos sem estresse diagnosticável, o que pode sugerir a necessidade de novas pesquisas que venham verificar esta situação encontrada.

Fonte : UNB.br

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Depressão: uma nova doença ocupacional?

Depressão já é encarada como doença do trabalho

Tristeza, desânimo, agitação e ansiedade demonstrados em excesso. Se no seu ambiente de trabalho você tem colegas que se enquadram diariamente nesses comportamentos, é recomendado acender a luz de alerta. Eles podem estar sendo vítimas de depressão, uma doença que a partir de 2020 será tão comum quanto ter dores nas costas. O mal, que já é encarado como doença do trabalho e de saúde pública, deve ser tratado rapidamente sob risco de se agravar, com chances irreversíveis de cura.

A doença atinge, principalmente, profissionais que realizam na rotina do dia-a-dia serviços extremamente operacionais e mecânicos. Para o médico psiquiatra Demétrio Romão Torres, o ambiente de trabalho pode se constituir numa das causas da depressão.

"Hoje temos o estresse ocupacional. E o trabalho pode ser um fator desencadeante da depressão. Seus sintomas podem ser a insegurança, o isolamento social e familiar, a apatia, a desmotivação, enfim, perda de interesses por coisas que a pessoa gostava de fazer com prazer no passado", explica.

O quadro também pode ser diagnosticado diante da perda de memória e da concentração, além de insônia e perda do apetite. "Hoje temos no País, de uma maneira geral, uma política salarial desistimulante. Se perde muita energia no trabalho e não há recompensa, não há valorização. As empresas hoje estão muito mais preocupadas com a produção do que com a humanização do trabalho", avalia.

Essa situação acaba por provocar no trabalhador o medo de perder o emprego. "Atualmente, já há empresas nos Estados Unidos que oferecem técnicas de relaxamento a seus funcionários durante o horário do expediente. Mas no Brasil, a situação é mais difícil", conta Torres.

O médico diz que a depressão é "extremamente democrática" e não escolhe pessoas para vitimá-las, porém, ele ressalta que há profissões que são mais suscetíveis ao mal.

"Ela vitima todas as raças, idades e profissões. Mas os profissionais mais vitimados são aqueles que trabalham direto com o contato humano. São médicos, enfermeiros, profissionais que trabalham com segurança pública como policiais militares e civis, agentes de segurança em penitenciárias, além de bancários, professores, entre outros", aponta.

O psiquiatra salienta que os comandos dos serviços públicos ainda não valorizam a depressão e também a ansiedade como doença incapacitante para o exercício do trabalho cotidiano.

"Apesar de ser a quarta ou quinta doença que mais afasta do trabalho, há um certo preconceito. A Organização Mundial de Saúde, a OMS, afirma que até 2020 a depressão e a aids serão as doenças mais incapacitantes para a vida".

Ele explica que a ansiedade, outra doença dos chamados "tempos modernos", também pode caminhar em associação com a depressão. "Em quase 70% dos casos de depressão a ansiedade está presente. Depressão é um transtorno da afetividade. A ansiedade é um transtorno que tem como característica principal a preocupação excessiva. São sintomas diferentes", observa.

O tratamento para a depressão é feito com medicamentos antidepressivos e psicoterapia, considerados eficazes pela medicina moderna. "A depressão é uma doença considerada crônica. A exceção fica para os episódios depressivos, geralmente passageiros. O ideal é que o diagnóstico seja precoce", acrescenta.

Fonte: Relatório RH

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Stress no trabalho em professores de educação fisica do sistema municipal de educação, na comunidade de Concepcion, oitava região, Chile

Autor(es): Jaime Humberto Pacheco Carrillo

Resumo: O objetivo fundamental desta investigação é conhecer a situação particular dos profissionais da educação física, com relação ao fenômeno do stress. Este propósito não é nada fácil se é considerado que o stress é uma reação do sistema geral de adaptação para os diferentes incentivos da vida do homem, na qual o trabalho compõe uma das dimensões que geram stress; e embora esta situação é comum a todas as pessoas que são parte do mundo do trabalho, estudos prévios (Cifuentes1995), demonstram que são os professores, o segmento operário que apresenta o stress mais alto e então, talvez de um modo lógico, surge o interesse para conhecer as realidades particulares de cada uma das áreas da educação, dentro das quais se acha a educação física. É aplicado o auto reporte de sintomas ansiosos, depressivos e somatomorfos para a medição de stress e embora este estudo seja descritivo e não correlacional, é possível coletar informação de outros fatores que normalmente também são potenciais agentes estressores, embora de modo referencial. Os resultados obtidos neste estudo, nos indica que o 85% dos professores de educação física têm níveis de stress altos

Fonte: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000376763

odontologia do trabalho www.institutoodontologia.com

Quem sou eu

Joinville, Santa Catarina, Brazil
Por Ricardo Toscano, Cirurgião-Dentista graduado pela Unifal, especialista em odontologia do trabalho pela UFSC, mestre em odontologia area de concentraçao em implantodontia cirurgica/protetica pelo Instituto latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontologico,reabilitador oral clinico. Responsável técnico pelo Instituto Odontologico Toscano. Notícias,ferramentas e artigos na área de Reabilitação Oral com ênfase na interdisciplinaridade e multidisciplinaridade.