quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

nbr 7500 pgrss

- NBR 7500 (Novembro/2005): Identificação para o Transporte Terrestre, Manuseio, Movimentação e Armazenamento de Produtos;
- NBR 7501 (Novembro/2005): Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia;
- NBR 7503 (Dezembro/2005): Ficha de Emergência e Envelope para o Transporte Terrestre de Produtos Perigosos (Características, Dimensões e Preenchimento);
- NBR 9735 (Novembro/2005): Conjunto mínimo de Equipamentos para Emergências no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;
- NBR 13221 (Agosto/2005): Transporte Terrestre de Resíduos;
- NBR 14064 (Fevereiro/2003): Estabelece os requisitos mínimos para orientar as ações básicas a serem adotadas por entidades ou pessoas envolvidas direta ou indiretamente em situações de emergência, no transporte terrestre de produtos perigosos;
- NBR 14095 (Fevereiro/2003): Área de Estacionamento para Veículos Rodoviários de Transporte de Produtos Perigosos;
- NBR 14619 (Abril/2006): Estabelece critérios de incompatibilidade química a serem considerados no transporte terrestre de produtos perigosos.

nbr 7500 pgrss

- NBR 7500 (Novembro/2005): Identificação para o Transporte Terrestre, Manuseio, Movimentação e Armazenamento de Produtos;
- NBR 7501 (Novembro/2005): Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia;
- NBR 7503 (Dezembro/2005): Ficha de Emergência e Envelope para o Transporte Terrestre de Produtos Perigosos (Características, Dimensões e Preenchimento);
- NBR 9735 (Novembro/2005): Conjunto mínimo de Equipamentos para Emergências no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;
- NBR 13221 (Agosto/2005): Transporte Terrestre de Resíduos;
- NBR 14064 (Fevereiro/2003): Estabelece os requisitos mínimos para orientar as ações básicas a serem adotadas por entidades ou pessoas envolvidas direta ou indiretamente em situações de emergência, no transporte terrestre de produtos perigosos;
- NBR 14095 (Fevereiro/2003): Área de Estacionamento para Veículos Rodoviários de Transporte de Produtos Perigosos;
- NBR 14619 (Abril/2006): Estabelece critérios de incompatibilidade química a serem considerados no transporte terrestre de produtos perigosos.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde - PGRSS

Minuta de um simplificado


Programa de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde - Nome do Hospital/estabelecimento de saude



O Regulamento Técnico para o PGRSS foi elaborado de acordo com a RDC nº. 33, de 25 de fevereiro de 2003, da ANVISA.

Esta entidade cuidará dos RSS gerados nos setores de Internação hospitalar e ambulatório.

O Manejo: a separação será no local de geração do resíduo de acordo com suas características; será acondicionado em embalagem correta devidamente segregado; identificado de acordo com a NBR 7500; o transporte interno será feito em recipientes de material rígido; impermeável e lavável, em sentido único em horário pré-estabelecido não coincidente com distribuição de alimentos, roupas, medicamentos, período de visita e maior fluxo no hospital. Não haverá armazenamento temporário devido ao pequeno porte do hospital e também a proximidade do deposito externo. O transporte externo e a destinação final serão de responsabilidade da Prefeitura Municipal.

Os responsáveis pelo PGRSS serão: o Diretor Técnico, a enfermeira chefe e a supervisora de serviços gerais. Todo RSS é passível de reciclagem será feito o registro de sua saída (venda/doação) por esta entidade (grupo D).

Classificação - RSS gerados no Hospital ____________:

Grupo A2 - Bolsa de sangue e hemoderivados com mais de 50 ml e kits de aférese.

Grupo A3 - Peças anatômicas (membros, tecidos e órgãos) do ser humano, fetos menores que 500 ml (natimortos que não houver requisição pela família).

Grupo B1 - Resíduos de medicamentos ou insumos farmacêuticos.

Grupo B2 - Resíduos de medicamentos ou insumos farmacêuticos, contaminados ou vencidos, para descarte.

Grupo B4 - Desinfetantes e saneantes.

Grupo D - Resíduos comuns (esparadrapos, equipos, bolsas transfundidas vazias com menos de 50 ml, luvas, gazes, lixo da área de administração, lixo sanitário, embalagens e materiais passiveis de reciclagem.

Grupo E - Perfurocortantes.

Manejos dos RSS.

Grupo A2:

Acondicionar em saco branco leitoso (NBR 9191/2000). As bolsas de hemoderivados podem ser encaminhadas diretamente aos aterros sanitários.

Grupos A3 e A4:

Acondicionar em saco branco leitoso (NBR 9191/2000).

Após o registro no local de geração podem: ser encaminhados ao aterro sanitário ou ao cemitério municipal ou para serem destruídas suas características morfológicas.

Os resíduos serão armazenados temporariamente em área própria, identificada de acordo com as normas da ANVISA.

Grupo B:

Os resíduos líquidos poderão ser descartados no esgoto sanitário desde que sejam tratados, os resíduos sólidos deverão ser descartados em embalagens rígidas como resíduo sólido urbano e identificados (B1 e B2).

Os resíduos B4 deverão ser acondicionados observando as orientações dos fabricantes para evitar reações químicas entre si. Os resíduos do grupo B, destinados a reciclagem, deverão ser acondicionados em recipientes individualizados observando as exigências de compatibilidade química dos resíduos com as embalagens.

Grupo D:

Os resíduos do grupo D deverão ser embalados em sacos impermeáveis, contido em recipientes identificados. Os destinados a reciclagem, a identificação deverá ser nos recipientes e nos abrigos para a guarda dos mesmos, utilizando cores e símbolos de materiais recicláveis baseados nas resoluções do CONAMA nº 275, de 25 de abril de 2001.

Azul - Papeis;

Amarelo - Metais;

Marrom - Orgânicos;

Vermelho - Plásticos;

Verde - Vidros.

Os resíduos orgânicos (flores, sobras de alimentos que não tivera contato com secreções, podas, excreções e fluidos corpóreos), podem ser encaminhados para compostagem.

Grupo E:

Os resíduos perfuros cortantes deverão ser descartados separadamente no local de geração imediatamente após o uso em recipientes rígidos, resistentes a punctura, ruptura e vazamento, com tampa identificada baseado na norma NBR 13853/97, contendo inscrições e símbolo perfuro cortante, indicando o risco dos mesmos.

Armazenamento Externo

O denominado Abrigo de Resíduos, já construído conforme as normas da ANVISA, terá recipientes rígidos, de fácil higienização onde serão armazenados e identificados separadamente os resíduos de A, B, D, e E. Os passíveis de reciclagem serão armazenados em abrigos separado e devidamente identificados (NBR 7.500).

A Segurança Ocupacional

Esta seguirá os normas do MINISTÉRIO DO TRABALHO, os funcionários responsáveis receberão treinamento periódico, equipamento de proteção individual, conhecerão o PGRSS, pratica de segregação de resíduos, símbolos e cores adotadas e localização dos ABRIGOS DE RESÍDUOS. Haverá um programa de treinamento continuo em parceria com a CIPA e CCIH.

Os órgãos públicos responsáveis pelo gerenciamento de resíduos deverão apresentar documentos aos GRSS reponsabilizando-se pela COLETA, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO FINAL DOS RSS, de acordo com os órgãos de meio ambiente (RESOLUÇÃO 283/2001 do Ministério de Meio Ambiente).

A Comissão de implantação do PGRSS será composta pelos:

Diretor-Técnico do Hospital _____________;

Enfermeira-Chefe e responsável pela CCIH;

Supervisora de Serviços Gerais;

Administrador do Hospital _______________;

Representante da CIPA.

__________________, ___ de ______________ de _____.





Assinaturas:

Fonte : enge

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Atestado de comparecimento

Declaração de comparecimento

Paciente: RG:

Endereço: CPF:

Declaro, a pedido do (a) interessado(a), para fins(escolares, trabalhistas, etc)junto a (empresa, escola, entidade) que o Sr(a) permaneceu neste estabelecimento das xx horas as xx horas para tratamento odontologico.


Joinville-SC, dia/mes/ano hora (Pm, am)

OBS: importante a hora que se entrega esta declaração deve constar em extremo rigor ao lado da data no final desta declaração

Atestado em odontologia do trabalho

Atestado de sanidade bucal


Paciente: RG:

Endereço: CPf:


Atesto, a pedido do (a) interessado(a)para fins de (concurso, admissional,trabalhistas, escolares, periodico),que o Sr(a) foi examinado e goza de boa saude bucal ao exame clinico e radiografico (panoramica , tomografia, etc) apto a executar a atividade laboral (discriminar funçao propota) no que tange o aspecto odontologico.


Joinville-Sc, dia/mes/ano hora (pm,am)

Fonte: Ricardo Toscano Cirurgião-dentista especialista em odontologia do trabalho UFSC.

Modelo de atestado odontologico

Atestado odontologico


Nome: cpf:

end : rg :

Atesto,a pedido do(a)interessado(a) para fins (trabalhistas,de concurso,escolares,etc), junto a (empresa, escola , entidade que sera apresentado) que o (a) Sr(a) foi examinado(a) enquadrando-se na CID numero,e necessita de xx horas de repouso para sua convalescença.


joinville -SC , dia/mes/ano horas(pm/am)








Fonte :Ricardo Toscano Cirurgião-Dentista especialista em odontologia do trabalho UFSC.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Síndrome de Burnout

Síndrome de Burnout



O burnout, expressão inglesa para designar aquilo que deixou de funcionar por exaustão de energia, constitui actualmente um dos grandes problemas psicossociais, despertando interesse e preocupação por parte da comunidade científica e das empresas, devido à severidade das suas consequências, quer ao nível individual, quer ao nível organizacional. De facto, o burnout sendo um estado de esgotamento, decepção e perda do interesse pelo trabalho, produz sofrimento no indivíduo e tem consequências sobre o seu estado de saúde e o seu desempenho, pois passam a existir alterações pessoais e organizacionais.

Esta síndrome acomete, geralmente, os profissionais que trabalham em contacto directo com pessoas, sendo predominante nos profissionais de saúde (Maslach e Jackson 1981, cit. por Silva, 2000 e Borges et al., 2002).

História

O termo burnout foi inicialmente utilizado por Brandley, em 1969, mas ficou conhecido a partir de 1974 através de Freudenberger, psiquiatra que trabalhava com toxicodependentes em Nova Iorque. Ele observou que alguns voluntários apresentavam uma progressiva perda de energia até chegar ao esgotamento e sintomas de ansiedade e depressão, e descreveu que eram menos sensíveis e compreensivos, desmotivados e agressivos em relação aos doentes, com um tratamento distanciado e cínico e com tendência a culpá-los pelos seus próprios problemas (Borges et al., 2002; Gisbert, 2002; Benevides-Pereira, 2003; Farina, 2004; Muller, 2004).

Desde então, os estudos tornaram-se gradualmente numerosos e há hoje na literatura diferentes denominações para o burnout. A síndrome é referida como: stresse laboral, stresse profissional, stresse assistencial, stresse ocupacional, neurose profissional ou neurose de excelência, síndrome do esgotamento profissional e síndrome de queimar-se pelo trabalho, o que muitas vezes dificulta um levantamento de pesquisas na área (Benevides-Pereira, 2003).

Segundo esta investigadora, a maioria dos autores está de acordo que o burnout é uma síndrome característica do meio laboral, que resulta da cronificação do stresse ocupacional e produz consequências negativas a nível individual, profissional, familiar e social.

Gil-Monte e Peiró (1997), cit. por Borges (2002), distinguem os estudos sobre o burnout segundo duas perspectivas: a clínica e a psicossocial. A primeira, define a síndrome de burnout como um estado de esgotamento, decepção e perda do interesse pelo trabalho, que surge em profissionais que estão em contacto directo com pessoas, como uma consequência do contacto diário. A segunda, entende a síndrome como um processo que se desenvolve na interacção de características do ambiente de trabalho e características pessoais.

Esta última perspectiva, que tem como referência o conceito de burnout de Maslach e Jackson (1981), é a mais aceite pela maioria dos investigadores. Segundo estes autores, esta síndrome é um conceito multidimensional que envolve três componentes: exaustão emocional, despersonalização e falta de realização pessoal (Gil e Vairinhos, 1997; Howard, 1998; Silva, 2000; Farina, 2004; Muller, 2004).

Características

A exaustão emocional refere-se à falta de recursos emocionais e ao sentimento de que nada se tem para oferecer à outra pessoa. A despersonalização é o desenvolvimento de sentimentos e atitudes negativas, indiferentes e cínicas em relação às pessoas que entram em contacto directo com o profissional. Finalmente, a falta de realização pessoal é a tendência para avaliar o próprio trabalho de forma negativa: os afectados recriminam-se por não alcançarem os objectivos propostos, com vivências de insuficiência pessoal e baixa auto-estima profissional.

Como avaliar o Bournout

Maslach e Jackson (1981), construíram um questionário autoadministrado, o Maslach Burnout Inventory (MBI) constituído por 22 itens em forma de afirmações sobre os sentimentos e atitudes do profissional no seu trabalho e em relação aos utentes. Actualmente existem três versões do MBI: a versão dirigida aos profissionais de saúde, denominada MBI-Human Services Survey (MBI-HSS), constituída por 22 itens; a versão para profissionais de educação, o MBI-Educators Survey (MBI-ES) e o MBI-General Survey (MBI-GS), de carácter mais genérico e contendo apenas 16 itens (Gil-Monte, 2003).

Para Maslach e Leiter (1999), cit. por Muller (2004: 33), o burnout é "uma crise do indivíduo principalmente com o seu trabalho, não necessariamente com as pessoas envolvidas no trabalho". Segundo alguns autores, seria a última etapa do stresse.

Em resumo, a síndrome de burnout pode ser compreendida como um processo que se estabelece gradualmente, e se "inicia com o desenvolvimento de sentimentos de baixa realização pessoal e esgotamento emocional em paralelo. Posteriormente, em resposta a ambos, como uma estratégia de afrontamento ou defensiva, instala-se a despersonalização. Constitui-se em uma fase final ou um tipo específico de reação ao estresse ocupacional prolongado, que envolve atitudes e comportamentos negativos com respeito aos clientes, ao trabalho e à organização" (Borges et al., 2002: 193).

Saúde em perigo

O sofrimento do indivíduo traz conseqüências sobre o seu estado de saúde e igualmente sobre o seu desempenho, pois existem alterações e/ou disfunções pessoais e organizacionais. Esse sofrimento advém de sentimentos gerados por diversos aspectos e que atingem a organização em todo o seu contexto. Os sentimentos como geradores de disfunções são inúmeros e, entre eles estão:

· sentimento de indignidade: experimentado como a vergonha de ser robotizado, de não ser mais que um apêndice da máquina, às vezes de ser sujo, de não ter mais imaginação ou inteligência, etc;

· sentimento de inutilidade: percebido pela falta de qualificação e de finalidade de trabalho, já que muitas vezes não conhecem a própria significação de seu trabalho em relação ao conjunto da atividade da organização;

· sentimento de desqualificação: cujo sentido repercute não só para si com para o ambiente de trabalho.

A vivência depressiva condensa de alguma maneira os sentimentos de indignidade, de inutilidade e de desqualificação, ampliando-os. Esta depressão é dominada pelo cansaço. Cansaço que se origina não só dos esforços musculares, mas também dos psicosensoriais. Associados ao cansaço por serem também importantes estão:

fadiga - resultante da sobrecarga de trabalho;

insatisfação - resultante do confronto com a esfera das aspirações, motivações ou desejos;

satisfação - a satisfação do trabalho ocupa uma posição fundamental na problemática da relação saúde-trabalho. Muitas vezes, negligenciada ou desconhecida, está na origem não só de numerosos sofrimentos somáticos de determinismo físico direto, mas também de outras doenças do corpo mediatizadas por algo que atinge o aparelho mental;

frustração - resultante de um significante conteúdo inadequado às potencialidades e às necessidades do indivíduo;

angústia - resultante de um conflito intra-psíquico, isto é, de uma contradição entre dois impulsos inconciliáveis (duas pulsões, dois desejos...);

medo - está presente em todos os tipos de ocupações profissionais, principalmente, aquelas que estão expostas a riscos relacionados à integridade física. Uma prova a mais da existência e da intensidade do medo é fornecida pelos problemas de sono e, sobretudo, pelo consumo de medicamentos psicotrópicos;

ansiedade, tensão nervosa e carga psicosensorial – relacionadas ao medo, geralmente decorrentes da vigilância, da concentração e memorização, contribuindo para o sofrimento sentido;

ansiedade - em uma organização é facilmente identificada em relação ao desempenho de cada indivíduo, principalmente relativa à produtividade, ritmo, cotas de produção, rendimento, aos prêmios e bonificações;

agressividade, hostilidade e perversidade - geradas pelas relações do trabalho, isto é: com a hierarquia, chefia, supervisão, outros trabalhadores;

alcoolismo;

uso de drogas.

Fonte :Chrisalmeida

Quem sou eu

Joinville, Santa Catarina, Brazil
Por Ricardo Toscano, Cirurgião-Dentista graduado pela Unifal, especialista em odontologia do trabalho pela UFSC, mestre em odontologia area de concentraçao em implantodontia cirurgica/protetica pelo Instituto latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontologico,reabilitador oral clinico. Responsável técnico pelo Instituto Odontologico Toscano. Notícias,ferramentas e artigos na área de Reabilitação Oral com ênfase na interdisciplinaridade e multidisciplinaridade.