domingo, 18 de novembro de 2012

Odontohebiatra


 
 

Saiba o que é a odontohebiatria

16 de Novembro de 2012  08h02
Para o dentista Marcos Moura, quando se fala em saúde bucal a palavra chave é a prevenção, e isso vale para qualquer idade. Deve-se promover uma mudança de hábitos de higiene bucal, com a escovação, uso do fio dental e raspadores de língua. Dessa forma, é possível evitar problemas bucais, entre eles o mau hálito. O adolescente que tem mau hálito pode sofrer bullying em uma fase crítica de sua vida, o que pode causar isolamento social e distúrbios psicológicos. Foto: Shutterstock
a odontologia tem o profissional especializado em cuidar da saúde bucal do adolescente, chamado de odontohebiatra
Foto: Shutterstock

A adolescência é uma fase delicada, e todo cuidado é pouco para fazer a abordagem certa aos meninos e meninas que estão descobrindo mais sobre a vida e se despedem da infância. Em questão de saúde, é o momento de deixar o pediatra e começar a se consultar com um clínico geral, escolher o ginecologista e conhecer as especialidades da medicina. Da mesma forma, a odontologia tem o profissional especializado em cuidar da saúde bucal do adolescente, chamado de odontohebiatra. 
 
Segundo a Organização Mundial da Saúde - OMS -, a adolescência pode ser inserida na faixa que vai dos 10 aos 20 anos e é uma fase da vida em que questões sociais e comportamentais interferem muito nas escolhas que determinam a saúde. O odontohebiatra está habilitado a entender como os determinantes de saúde interferem nos adolescentes. “Assim, com um preparo específico, esses profissionais estão mais capacitados para entender e atender, de maneira diferenciada, os adolescentes”, diz o dentista Arnaldo Caldas Junior, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO).
 
Como em qualquer outra área, o profissional tem que ter conhecimento das atitudes e comportamentos específicos daquela idade ou grupo, e ser capaz de conquistar o adolescente. “Uma atitude que se deseja é que o adolescente sinta que pode confiar naquele profissional e encontre nele um parceiro para tirar dúvidas e dividir seus anseios em relação ao processo saúde-doença”, afirma Arnaldo.
 
Outra vantagem é que o odontohebiatra tem conhecimento para utilizar recursos clínicos no auxílio do diagnóstico de comportamentos nocivos a saúde típicos da adolescência, como distúrbios alimentares e uso de drogas. “Um exemplo disso é a observação de erosões ácidas (desgastes) nos dentes de adolescentes com bulimia ou anorexia”, explica.
 
Para o dentista Marcos Moura, quando se fala em saúde bucal a palavra chave é a prevenção, e isso vale para qualquer idade. Deve-se promover uma mudança de hábitos de higiene bucal, com a escovação, uso do fio dental e raspadores de língua. Dessa forma, é possível evitar problemas bucais, entre eles o mau hálito. “O adolescente que tem mau hálito pode sofrer bullying em uma fase crítica de sua vida, o que pode causar isolamento social e distúrbios psicológicos”, alerta.
 
Apesar de ainda não ser reconhecida como especialidade pelo Conselho Federal de Odontologia, várias instituições de ensino possuem mestrados e doutorados na área. 
 

Fonte : www.terra.com.br

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

IV Congresso de odontologia do trabalho

Evento:IV Congresso Brasileiro de Odontologia do Trabalho (CBOT)
Local: Universidade Católica de Pernambuco(UNICAP) em Recife-PE


Informações:

 
 
De 15 a 17 de novembro de 2012 em Recife-PE
Site Oficial: www.cbotpe2012.com.br


Fonte: CBOTPE

Mais Notícias
IV Congresso Brasileiro de Odontologia do Trabalho (CBOT)
IV Congresso Brasileiro de Odontologia do Trabalho (CBOT)





Maiores informações :www.institutoodontologico.com

Odontologia do esporte



Profissional de Odontologia conquista espaço na área esportiva

 
Decom
A Jogran, (Jornada acadêmica de Odontologia da Unigran), além de outros temas, tratou sobre a “Odontologia no esporte”. O evento que já está em sua 5ª edição encerrou na última semana.Profissionais como Alexandre Fonseca Barberini, Presidente da Sociedade Brasileira de Odontologia do Esporte - SBOES/SP esteve presente para falar sobre o tema principal.
O membro da Sociedade Brasileira de Odontologia do Esporte falou sobre a função de um dentista do esporte, “avaliamos o atleta como um todo e vemos as dificuldades dele, da parte odontológica. Avalia, tratamos, e trabalhamos também a prevenção, para que isso não interfira no rendimento dele”, explica Alexandre.
Com as diferentes modalidades esportivas que estão surgindo a área vem se expandindo no Brasil, “hoje em dia está crescendo bastante, temos os clubes de futebol que estão contratando dentistas e algumas academias. Por exemplo, eu pertenço ao centro de treinamento do Corinthians, do Anderson Silva, então nós fazemos toda a avaliação dos lutadores de MMA do Corinthians”, conta Barberini.
A atualização dos auxiliares de Odontologia também foi tema de uma oficina. “Pra mim foi extremamente importante, pois é uma oportunidade de estar adquirindo conhecimento, de estar se reciclando, de estar vendo coisas diferentes. Com o passar do tempo as coisas vão se modificando, em qualquer área, e é uma forma de você estar se adequado aos novos conhecimentos, as coisas que estão aparecendo ao mercado”, avalia a auxiliar de saúde bucal, Clarice Teixeira.
A aluna Késia Alana Alves Carvalho, do 6º semestre de Odontologia da UNIGRAN, aprendeu durante a jornada sobre temas que não são dados em sala de aula, “foi joia, tiveram várias palestras diferentes dos assuntos comuns de sala. Aprendemos sobre traumas, sobre alguns assuntos mais específicos de especialização. Foi bem interessante”, comenta.:
Fonte: Dourados news. 
Mais informações sobre odontologia desportiva acesse  www.institutoodontologico.com

Saude bucal para trabalhadores


Saúde bucal para homens

14 de Novembro de 2012  07h56  atualizado às 08h50

As mulheres se preocupam mais com a saúde, saúde bucal inclusive. Foi essa a conclusão de uma pesquisa do Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Segundo o estudo, que contou com 800 participantes, os homens deixam o cuidado com a boca em segundo plano.  Foto: Shutterstock
Segundo uma pesquisa do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), os homens deixam o cuidado com a boca em segundo plano.
Foto: Shutterstock
As mulheres se preocupam mais com a saúde, saúde bucal inclusive. Foi essa a conclusão de uma pesquisa do Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Segundo o estudo, que contou com 800 participantes, os homens deixam o cuidado com a boca em segundo plano.
Uma vez que frequentam mais o consultório do dentista, as mulheres que participaram da análise possuíam menor incidência de placa dental, cálculo e sangramento nas gengivas, sintomas da doença periodontal. 
Ainda assim, é preciso ficar alerta, pois nem sempre este mal apresenta sinais. “Essa é uma das razões para que os check-ups regulares e exames periodontais sejam tão importantes, além da higiene bucal qualificada”, diz o consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), Rodrigo Bueno de Moraes. 
Segundo o especialista, os homens não podem negligenciar a sua saúde bucal e a visita ao consultório odontológico. “É preciso voltar nos prazos estabelecidos pelo profissional, para evitar problemas mais sérios”, afirma. 
Fique de olho
A doença periodontal pode ser silenciosa. Dessa forma, ao notar algum sintoma, é preciso marcar um horário com o dentista. Sempre lembrando, ao ir ao consultório regularmente, qualquer doença bucal pode ser prevenida. Moraes alerta para alguns sinais de problema:
- Gengiva vermelha, inchada ou sensível; 
- gengiva afastada dos dentes; 
- mau hálito persistente ou gosto ruim; 
- dentes permanentes que estão com mobilidade ou se separando; 
- alterações na maneira como os dentes se encaixam ao morder ou qualquer alteração no encaixe de próteses parciais. 
Agravantes
Não cuidar da saúde bucal é ser negligente com o bem-estar. O agravante vem quando, além de não se cuidar, o indivíduo ainda tem em seu dia a dia a presença do tabaco e do álcool. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 17,9% da população masculina no Brasil são fumantes, correspondendo a um total de 9,3 milhões de pessoas. 
A informação dos malefícios causados pelo cigarro já são amplamente disseminadas. Mas o que muitos não sabem é que a consulta ao dentista pode ajudar a diagnosticar doenças em outras partes do corpo, até mesmo o câncer. Alguns sintomas podem revelar as primeiras possíveis lesões do tumor - feridas que não cicatrizam em uma semana, ulcerações indolores que podem sangrar e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal. 
Uma pesquisa da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, divulgada pelo Ministério da Saúde, a frequência do consumo abusivo de bebidas alcoólicas, nos últimos 30 dias do estudo, foi quase três 
vezes maior em homens (26,2%) do que em mulheres (9,1%). “O cigarro, as drogas e bebidas alcoólicas favorecerem o crescimento do risco de lesões de boca cancerígenas, e os homens consomem mais disso do que as mulheres”, conclui Rodrigo. 
Mulheres X Homens
- As mulheres são 26% mais prováveis do que homens a usar fio dental diariamente.
- 74% das mulheres ficariam envergonhadas por um dente faltando, em comparação com 57% dos homens.
- As mulheres são quase duas vezes mais propensas a notar falta de dentes de outra pessoa do que os homens.
- 44% das mulheres estão conscientes de que os periodontistas podem ajudar a contribuir para uma boa saúde, em comparação com 33% dos homens.
- Homens são mais propensos a desenvolver câncer bucal e outras complicações dessa cavidade por serem mais negligentes que as mulheres nos cuidados bucais. Além disso, eles abusam mais dos hábitos nocivos - como fumar e beber em excesso - o que repercute na boca e saúde geral.
Fonte: A Academia Americana de Periodontia 
Mais informacoes sobre periodontia  www.institutoodontologico.com

Quem sou eu

Joinville, Santa Catarina, Brazil
Por Ricardo Toscano, Cirurgião-Dentista graduado pela Unifal, especialista em odontologia do trabalho pela UFSC, mestre em odontologia area de concentraçao em implantodontia cirurgica/protetica pelo Instituto latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontologico,reabilitador oral clinico. Responsável técnico pelo Instituto Odontologico Toscano. Notícias,ferramentas e artigos na área de Reabilitação Oral com ênfase na interdisciplinaridade e multidisciplinaridade.